quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Momentos da inauguração da sede
PSDB DE PETRÓPOLIS INAUGURA A SUA NOVA SEDE
Dando o pontapé inicial para a campanha de 2010, o PSDB petropolitano inaugurou na última segunda-feira, no centro da cidade, a sua nova sede. Estrela maior do partido, o Prefeito de Caxias e Presidente Regional do PSDB, José Camilo “Zito” dos Santos, esteve presente na cerimônia de inauguração, acompanhado do vice-Prefeito Jorge Amorelli, parte do seu secretariado e a Vereadora Maria de Fátima Pereira de Oliveira (Fatinha), líder do governo na Câmara de Caxias.
Ciceroneados pelo Presidente do Diretório Municipal, Ramon Mello, e pelo pré-candidato a Deputado Estadual, Calau Lopes, Zito percorreu parte do centro da cidade e deu entrevistas nos principais veículos de comunicação de Petrópolis. Em seu discurso na sede do Diretório Municipal, Zito falou da importância do fortalecimento da sigla no interior do Estado, visando o pleito de 2010, e ratificou que uma possível candidatura ao governo do Estado passaria por um entendimento a nível nacional. O PSDB lidera a corrida presidencial com o governador de São Paulo, José Serra, pré-candidato da Sigla.
Estiveram presentes e discursaram durante o evento, o Presidente de Honra, Marcelo Alencar, ex-governador do Estado, que enfatizou sua satisfação em ver o nível do diretório petropolitano e ratificou a confiança que deposita em Zito, e os tucanos: Carlos Bohrer, grande guerreiro no processo de implantação da nova Sede; Lurdinha, Secretária Geral do Partido e Secretária de Educação de Caxias; Jorge Amorelli, Ramon Mello e Calau Lopes, que afirmou estar à disposição para contribuir com o crescimento do partido no interior. Todos foram unânimes em reconhecer o esforço e a dedicação que o Presidente Ramon e demais companheiros tem dispensado ao partido, desenhando um novo cenário da sigla na cidade.
Ciceroneados pelo Presidente do Diretório Municipal, Ramon Mello, e pelo pré-candidato a Deputado Estadual, Calau Lopes, Zito percorreu parte do centro da cidade e deu entrevistas nos principais veículos de comunicação de Petrópolis. Em seu discurso na sede do Diretório Municipal, Zito falou da importância do fortalecimento da sigla no interior do Estado, visando o pleito de 2010, e ratificou que uma possível candidatura ao governo do Estado passaria por um entendimento a nível nacional. O PSDB lidera a corrida presidencial com o governador de São Paulo, José Serra, pré-candidato da Sigla.
Estiveram presentes e discursaram durante o evento, o Presidente de Honra, Marcelo Alencar, ex-governador do Estado, que enfatizou sua satisfação em ver o nível do diretório petropolitano e ratificou a confiança que deposita em Zito, e os tucanos: Carlos Bohrer, grande guerreiro no processo de implantação da nova Sede; Lurdinha, Secretária Geral do Partido e Secretária de Educação de Caxias; Jorge Amorelli, Ramon Mello e Calau Lopes, que afirmou estar à disposição para contribuir com o crescimento do partido no interior. Todos foram unânimes em reconhecer o esforço e a dedicação que o Presidente Ramon e demais companheiros tem dispensado ao partido, desenhando um novo cenário da sigla na cidade.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Inauguração da sede
Já está tudo pronto para a inauguração da sede do PSDB Petrópolis. Estão confirmadas a presença da secretária Lurdinha, do prefeito Zito e do sempre Governador Marcello Alencar, além de outras lideranças tucanas. O governador Marcello Alencar faz questão de estar presente no evento e testemunhar o novo momento que vive o PSDB de Petrópolis. O evento marcará um novo tempo para o PSDB, não só de Petrópolis, mas, para o PSDB do Rio de Janeiro. A nova sede está localizada em local privilegiado, no Centro da cidade, na Rua 16 de Março, 90, sala 501 e será inaugurada no dia 17/08 às 19 horas.
sábado, 8 de agosto de 2009
Momento Político
Estamos em meio a uma crise sem precedentes. O nosso presidente vive mais de bravatas do que de realizações e age na contra mão dos postulados assumidos anteriormente. O governo central não tem um plano eficiente para enfrentar as sérias questões econômicas internacionais que nos atingem, além das deduções de impostos para certas clientelas e por prazo determinado. Seja quem for o sucessor de Lula, ele quase certamente receberá uma “herança maldita”, com compromissos permanentes de aumentos setoriais de salários e a necessidade de cortar custos de um Estado que cresceu muito e desordenadamente, sem reformas estruturais, sem a contrapartida de serviços minimamente eficientes, verificando-se, apenas, o aumento dos programas assistencialistas. O Congresso não vota nada de importante, nada fiscaliza e está minado por suas mazelas, especialmente o Senado (nada muito diferente da Câmara Federal, das Assembléias Legislativas, das Câmaras Municipais, guardadas as devidas proporções), e o Judiciário é a grande caixa preta da República, em todos os aspectos...
Os escândalos políticos refletem, em verdade, uma transição mal realizada do Ancião Regime para a Grande Sociedade Aberta. O que se vê de patrimonialismo, paternalismo, familismo, corporativismo, clientelismo, nepotismo, é vexatório, não é republicano e coroe a alma da nação. As sucessivas crises que desmoralizam a classe política têm sólidos fundamentos históricos e causas recentes, consubstanciadas no aparelhamento e na hipertrofia do Estado, na centralização administrativa, nas deficientes estruturas partidárias e na inadequação da legislação e do sistema eleitoral. Assim, os “Anões do Orçamento”, os precatórios sem liquidação, as “Jorginas” do INSS, os superfaturamentos em obras (inclusive de Tribunais), o “propinoduto”, os “Sanguessugas”, o “Mensalão (e os “Mensalinhos”), o “castelão” e o “Senadão” são sintomas de um fenômeno mais profundo, agravados na Era Lula.
Há, sem dúvida, uma crise institucional. E há uma crise ética e moral que se alastra na sociedade de um modo geral. Sim, nessa nossa sociedade que perde, a cada dia, bons parâmetros de conduta, que se desencanta com a política; uma sociedade que se brutaliza e que permite, meio que atônita, meio que insensível, meio que cúmplice, os maiores desvarios. E assim, vemos em perigo a Democracia que tanto defendemos, por tanto tempo, lutando por liberdade, por um Estado de Direito. E isso, favorece àqueles que desprezam, exatamente, a importância do amadurecimento democrático.
Pois bem, ano que vem é ano eleitoral. A sociedade precisa reagir. Votaremos em candidato a presidente, a governador, a senador, a deputado federal e estadual. E eu lhes digo: Mais do que qualquer reforma almejada precisamos, agora, da reforma dos políticos. E para isso, da reforma do eleitorado. Sim, porque melhores políticos, comprometidos com as mudanças necessárias, com as legítimas prioridades do país e da população, dependem, antes, de melhores eleitores: espontâneos, vigilantes, conscientes, independentes. Se conseguirmos isso, em maioria – e cada um pode perfeitamente fazer a sua parte: não vender seu voto e tentar o melhor - teremos, sem dúvida, uma nova e positiva atitude transformadora da sociedade, de eleitores e de eleitos, do próprio Estado; uma postura verdadeiramente republicana que refletirá um melhor exercício da cidadania pela construção do nosso bem, do Bem Comum.
Sim, nós podemos.
CALAU LOPES
-Advogado e Produtor Cultural-
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Coisas do Calau...
Reproduziremos a partir de hoje artigos escritos pelo companheiro Calau Lopes publicados em diversos meios de comunicação da região.
Saboreiem...
A Petrobrás é nossa, sim, orgulho nacional. Queremos vê-la cada vez mais pujante e forte. E queremo-la estatal sim. Mas é imperioso restaurar a moralidade administrativa da empresa, a correta destinação dos seus recursos e dividendos, em respeito aos acionistas e, principalmente, ao povo brasileiro que se levantou em uníssono a seu favor, no início dos anos 1950, apoiando a memorável campanha “O Petróleo é Nosso”.
A empresa, sem dúvida uma conquista de nossa sociedade, já atingiu uma dimensão de serviços e de excelência técnica que obriga, governos e sociedade, a tratá-la com respeito. Mas isso não a exime de responsabilidades perante o país, pretendendo-se imune a qualquer regulação pela vontade do seu presidente ou do presidente da nação e, por conseguinte, sujeita sim, agora, a uma CPI que servirá (se deixarem funcionar) para apurar graves desvios em contratos superfaturados, a irrigação generosa de ONGs e entidades “companheiras”, a destinação de patrocínios a “parceiros” escolhidos por interesses políticos dos poderosos de plantão.
Pelo seu porte, obrigada, sim, a prestar informações a milhares de acionistas e órgãos de regulação dentro e fora do país, a estatal não pode ser instrumento de grupos políticos, não importa de qual tendência ou marca ideológica.
Esta é a questão em pauta, para mim relevante e oportuna sim, não só em nome da transparência que deve presidir as decisões e ações da direção da empresa, mas também pelo aperfeiçoamento da Democracia e do Estado de Direito no Brasil.
A simples constatação do apavoramento do governo central face às apurações que se pretende realizar no Senado; o ataque frontal da direção da Petrobrás à imprensa e ao Congresso; a reação desproporcional de partidecos de esquerda e de entidades tipo MST, Contag e outras do gênero, notoriamente alinhadas com o governo e subsidiadas pela empresa, articulando-se em sua defesa “contra os impuros da direita”, tudo isso nos parece altamente revelador, aumentando a suspeita de que algo de muito podre, além do que já foi noticiado, anda acontecendo, não no “reino da Dinamarca”, como disse Hamlet, mas em nosso império tropical, em terra brasilis, nessa era de nefasto populismo de mercado, de indecorosos acordos políticos, de espúrios conluios pela manutenção do poder conquistado.
No mais, ainda creio que os cidadãos e cidadãs brasileiros saberão distinguir, ao final, nesse jogo de informação e contra-informação instalado, quem, que partido, de qualquer um dos lados, estará agindo com correção e compromisso com a verdade, e quem estará se excedendo em seus atos e manifestações por meros interesses corporativos ou subalternos.
Que fique claro, também, que a grandeza da Petrobrás, a competência do seu quadro de funcionários, a auto-suficiência em petróleo, a descoberta do pré-sal, os recordes de lucro da empresa, o seu vasto patrimônio, vem se construindo há muito tempo e, especialmente, a partir da Lei do Petróleo do primeiro governo FHC, portando, não somente contribuição do atual governo central ou da presente direção da empresa.
Acompanhemos com acuidade e espíritos desarmados o desenrolar dos acontecimentos.
Até a próxima vez.
CALAU LOPES
-Advogado e Produtor Cultural-
Saboreiem...
Momento Petrobrás
A Petrobrás é nossa, sim, orgulho nacional. Queremos vê-la cada vez mais pujante e forte. E queremo-la estatal sim. Mas é imperioso restaurar a moralidade administrativa da empresa, a correta destinação dos seus recursos e dividendos, em respeito aos acionistas e, principalmente, ao povo brasileiro que se levantou em uníssono a seu favor, no início dos anos 1950, apoiando a memorável campanha “O Petróleo é Nosso”.
A empresa, sem dúvida uma conquista de nossa sociedade, já atingiu uma dimensão de serviços e de excelência técnica que obriga, governos e sociedade, a tratá-la com respeito. Mas isso não a exime de responsabilidades perante o país, pretendendo-se imune a qualquer regulação pela vontade do seu presidente ou do presidente da nação e, por conseguinte, sujeita sim, agora, a uma CPI que servirá (se deixarem funcionar) para apurar graves desvios em contratos superfaturados, a irrigação generosa de ONGs e entidades “companheiras”, a destinação de patrocínios a “parceiros” escolhidos por interesses políticos dos poderosos de plantão.
Pelo seu porte, obrigada, sim, a prestar informações a milhares de acionistas e órgãos de regulação dentro e fora do país, a estatal não pode ser instrumento de grupos políticos, não importa de qual tendência ou marca ideológica.
Esta é a questão em pauta, para mim relevante e oportuna sim, não só em nome da transparência que deve presidir as decisões e ações da direção da empresa, mas também pelo aperfeiçoamento da Democracia e do Estado de Direito no Brasil.
A simples constatação do apavoramento do governo central face às apurações que se pretende realizar no Senado; o ataque frontal da direção da Petrobrás à imprensa e ao Congresso; a reação desproporcional de partidecos de esquerda e de entidades tipo MST, Contag e outras do gênero, notoriamente alinhadas com o governo e subsidiadas pela empresa, articulando-se em sua defesa “contra os impuros da direita”, tudo isso nos parece altamente revelador, aumentando a suspeita de que algo de muito podre, além do que já foi noticiado, anda acontecendo, não no “reino da Dinamarca”, como disse Hamlet, mas em nosso império tropical, em terra brasilis, nessa era de nefasto populismo de mercado, de indecorosos acordos políticos, de espúrios conluios pela manutenção do poder conquistado.
No mais, ainda creio que os cidadãos e cidadãs brasileiros saberão distinguir, ao final, nesse jogo de informação e contra-informação instalado, quem, que partido, de qualquer um dos lados, estará agindo com correção e compromisso com a verdade, e quem estará se excedendo em seus atos e manifestações por meros interesses corporativos ou subalternos.
Que fique claro, também, que a grandeza da Petrobrás, a competência do seu quadro de funcionários, a auto-suficiência em petróleo, a descoberta do pré-sal, os recordes de lucro da empresa, o seu vasto patrimônio, vem se construindo há muito tempo e, especialmente, a partir da Lei do Petróleo do primeiro governo FHC, portando, não somente contribuição do atual governo central ou da presente direção da empresa.
Acompanhemos com acuidade e espíritos desarmados o desenrolar dos acontecimentos.
Até a próxima vez.
CALAU LOPES
-Advogado e Produtor Cultural-
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