terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Mauro Peralta e Joe Rego...

Começamos a publicar hoje artigos dos Tucanos Mauro Peralta e Joe Rego.

Ambos de currículo irrepáravel, Mauro e Joe fazem parte do vasto quadro de pessoas gabaritadas que construirão a partir de 2010 um novo projeto para o Brasil.

Obrigado Dr. Mauro Peralta e Joe Rego por estarem conosco!


Ramon Mello
Presidente

Caos anunciado



Lamentavelmente o ano de 2009 acaba do mesmo modo como começou, ou seja, caos na Saúde. Manchete da Tribuna de Petrópolis estampa as mesmas noticias: “falta de médicos volta a sacrificar petropolitanos”. O governo apresenta as mesmas lacônicas respostas totalmente enganosas, de que irá contratar médicos até a realização obrigatória de um concurso público. Tudo mentira, pois com o salário que paga, não haverá médicos para serem contratados, e a falta de profissionais é simplesmente um efeito da lei de oferta e procura. Pois se Magé colado a nós, paga R$ 4 mil, Caxias, também fronteira, 5,5 mil, como achar que pagando um salário menor que dois mínimos, encontrarão profissionais dispostos a atender dezenas de pessoas em condições precárias, por uma remuneração vil? Além disso, o prazo decorrido de um ano de mandato, é mais do que suficiente para tivesse sido feito um amplo concurso público, utilizando a Universidade Católica para a realização das provas, através da Fundação Cunha Cintra.
Solução existe. A primeira e imediata é desvincular todos os médicos e dentistas, dos demais profissionais de nível superior, para que o município possa pagar salário de mercado. Com isso, haverá dinheiro suficiente para a remuneração dos profissionais, e poderemos fazer um concurso que não seja para inglês ver. Outra é a de que os diretores, muitos já estão fazendo, façam o sacrifício de cobrir os plantões. A terceira é a de ter um comandante que tenha domínio e pulso sobre seus comandados, além de uma equipe com condições de ajudá-lo, sem vaidades, coisa que atualmente não acontece. O diretor do Centro de Saúde Manoel José de Abreu pediu demissão e foi substituído por uma enfermeira. Será que não temos alguém com CRM registrado no Cremerj? Vamos solicitar informações ao conselho. O prefeito que disse que seria o da saúde precisa mostrar que veio para consertar e não para manter o mesmo caos que existia no governo passado. As entidades médicas, sem pleitear nenhum, cargo estão como sempre estiveram dispostas a colaborar, neste triste fim de ano para o setor, com o caos oferecido principalmente aos menos favorecidos, que não tem condições de pagar um plano de saúde, no momento o bem mais necessário para sobrevivência em Petrópolis, cujo SUS não funciona.
No natal e ano novo, é claro que não teremos profissionais médicos atendendo, e Petrópolis, vai ter que fazer o mesmo que no passado os municípios vizinhos faziam comprar kombis e ambulâncias pintar o nome Mustrangi na lateral e levar nossos pacientes para serem atendidos em Caxias e Magé. Quem diria que viveríamos para ver isso?
Está mais do que na hora de o prefeito chamar as entidades médicas, desvincular os salários de médicos e dentistas dos demais profissionais, pagar um salário igual pelo menos aos municípios vizinhos e aos médicos das UPA’s e virar a página do caos, da desesperança e da tragédia. 


Mauro Peralta
Presidente da Casa do Médico e Membro do PSDB Petrópolis





segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Dilma e Marina Silva têm maior rejeição entre os pré-candidatos a presidente

GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília




A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) é a pré-candidata ao Palácio do Planalto com maior rejeição entre os eleitores segundo pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta segunda-feira.
No total, 41% dos eleitores responderam que não votariam “de jeito nenhum” na petista. O pré-candidato do PSDB, José Serra (SP), é o pré-candidato que aparece com a menor rejeição entre os eleitores, com 29% respondendo que não votariam no tucano em nenhuma hipótese em 2010.
Atrás de Dilma, a senadora Marina Silva (PV) aparece como a segunda pré-candidata maior rejeição, com 40% dos eleitores que não a escolheriam nas eleições de 2010. O governador de Minas, Aécio Neves (PSDB), teve rejeição de 36% dos eleitores, seguido pelo deputado Ciro Gomes (PSB), com 33% dos eleitores que não o escolheriam para presidente.
Além de ter a menor rejeição entre os candidatos, Serra também aparece como o pré-candidato com maior aceitação junto à população brasileira. Segundo a pesquisa, 58% dos entrevistados responderam que votariam no candidato tucano.
Ciro aparece em segundo lugar, com 46% de aceitação, seguido por Dilma e Aécio, empatados com 33%. O governador de Minas teve crescimento em novembro, já que em setembro, última edição da pesquisa, somente 28% dos eleitores responderam que o escolheriam para presidente. Marina Silva aparece com aceitação de 22% dos eleitores nesta edição da pesquisa (novembro).
Conhecimento
Apesar de Aécio aparecer em desvantagem em relação a Serra, com quem disputa a indicação do PSDB ao Palácio do Planalto, o governador de Minas Gerais é um dos menos conhecidos da população brasileira de acordo com a pesquisa. A CNI/Ibope mostra que 30% dos eleitores conhecem Aécio bem ou mais ou menos, enquanto 69% dos eleitores dizem conhecer Serra. A candidata menos conhecida entre os eleitores é Marina Silva, com apenas 21% de conhecimento.
Dilma é conhecida, segundo a pesquisa, por 32% dos eleitores, mesmo índice registrado pela petista na pesquisa CNI/Ibope divulgada em setembro. Ciro é conhecido por 45% dos brasileiros, também mantendo o mesmo índice da pesquisa anterior.
A pesquisa ouviu 2.002 pessoas entre os dias 26 e 30 de novembro em 143 municípios do país. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com grau de confiança de 95%.
 

O que é isso companheiro?

As mentiras que os petistas contam (I)

O PT é igual museu: vive de passado. O partido de Lula e dona Dilma insiste em ver o mundo pelo retrovisor. Com o PSDB é diferente; o que o partido busca é construir um futuro melhor para todos os brasileiros. Mas, mesmo recusando-se a travar o debate político olhando para trás, a oposição não pode se eximir de rebater as mentiras que o PT tenta propagar, como aconteceu na semana passada na propaganda partidária exibida pelos petistas.
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Houve de tudo um pouco: triunfalismo, megalomania, campanha política ilegal e fora de hora. Mas o mais grave foi o festival de mentiras que o PT veiculou. Um carnaval de informações falsas sobre o PAC, a construção de casas populares, o pré-sal, a estabilidade econômica, a ascensão social dos pobres. Tudo somado, foi um forte indício (ou mesmo a comprovação) do vale-tudo de que o PT lançará mão para se manter no poder em 2010.

A pretensão petista é evitar que a próxima eleição se transforme num debate sobre quem pode ser o melhor presidente para o futuro do Brasil. Claro está que, nesta seara, com certeza o PT perderá de goleada. Mas, mesmo sabendo que o que interessa é olhar adiante, em respeito ao eleitor vale examinar o que, de fato, ocorreu nos oito anos em que o país foi governado pelo PSDB – realidade que dona Dilma e seus aliados, numa estratégia claramente inspirada no fascismo, buscam desesperadamente manipular, alterar e falsear.

Para o PT, por meio do PAC o país voltou a gastar em infraestrutura “após um atraso de décadas”. A verdade é que, apesar de todo o marketing petista, o atual governo investe menos no Brasil do que o anterior. Números oficiais do Ministério da Fazenda mostram que o governo Fernando Henrique foi mais eficiente na construção de escolas, hospitais e estradas do que o atual. A média anual de investimento público dos petistas é de R$ 18,4 bilhões (1,33% da arrecadação), já incluído o trololó do PAC. No governo tucano, esse valor, corrigido pela inflação, foi de R$ 20,3 bilhões (1,78% da arrecadação). Mas essa foi só a primeira mentira.

O panfleto televisivo, ao se vangloriar dos “avanços sociais do PT”, afirma que o governo anterior “não teve conquistas expressivas”. Jogou para o limbo o fato de o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano, divulgado pela ONU e que reúne os principais indicadores socioeconômicos de uma nação) ter se expandido muito mais nos anos FHC – 1% ao ano – do que na era Lula – 0,41% por ano. Mais: de acordo com a ONU, só o Plano Real e o fim da inflação que dele decorreu diminuíram a percentagem de pobres no Brasil de 44% para 33% da população.

Na área da educação, mais mentiras. O PT tentou mostrar que o atual governo, ao criar o ProUni e abrir novas universidades federais, é o único que se preocupa com os pobres. A realidade é que, no governo tucano, muito se fez para levar ensino a crianças que nada tinham. O percentual de crianças pobres fora da escola caiu de 25% para 7% e o analfabetismo entre 10 e 14 anos de idade despencou de 11,4% para 4,2%, de acordo com o IBGE. No governo FHC, a média anual de queda do analfabetismo foi de 3,5% ao ano; no atual governo, o índice desacelerou para 2,6%.

Como é de seu feitio, na propaganda televisiva o PT apelou para a caricatura, tratando o telespectador como burro. Em um dos momentos mais rançosos do festival de mentiras, o programa petista afirmou que “apenas os ricos comiam carne” até a chegada de Lula ao poder. A realidade é que, entre 1994 e 2002, portanto, ao longo do governo do PSDB, o consumo de carne bovina per capita cresceu 12,2% no país, com expansão de 1,5% ao ano. No governo Lula, entre 2003 e 2007, a expansão caiu para 0,66% ao ano.

A descoberta do pré-sal, esforço de décadas da Petrobras e de todos os brasileiros, é apresentada como obra do PT. A verdade é que, já na época do presidente Itamar Franco (1992-1994), a Petrobras tinha conhecimento da existência das gigantescas reservas. Por cautela (os tempos eram outros) a estatal evitou carnavalizar a hipótese. Além disso, da aprovação da lei do petróleo, em 1997, até 2002, a produção no país cresceu, em média, 8,4% ao ano, elevando-se 49%. Nos primeiros seis anos do governo petista, o índice médio caiu para 4% ao ano.

Mesmo tendo apenas preservado os fundamentos econômicos deixados pelos tucanos, com a manutenção do câmbio flutuante, das metas de inflação e da política de superávits fiscais, o PT se autoproclamou “o responsável pela estabilidade financeira do país”. A realidade é que o PT votou contra o Plano Real, chamado à época de “estelionato eleitoral” pelo partido. Em 2001, demonstrou que não havia aprendido a lição e também foi contra a Lei de Responsabilidade Fiscal no Congresso. Os petistas só mudaram de ideia, mesmo assim a contragosto, às vésperas da eleição de Lula em 2002. Vale a máxima: o governo Lula tem coisas boas e coisas novas; as boas não são novas e as novas não são boas.

Como papel (e tela de TV) aceita tudo, o festival de mentiras do PT prosseguiu. Na propaganda partidária, os petistas sustentaram que “tanto Lula quanto os tucanos enfrentaram uma crise internacional”. É importante lembrar que o governo FHC passou por, no mínimo, cinco grandes crises de proporções globais (México, Ásia, Rússia, Argentina e EUA/11 de setembro) e nenhuma delas resultou em crescimento negativo do PIB brasileiro, o que deve ocorrer este ano, sob Lula, com nossa economia.

Ao atacar as privatizações, o PT abusou de slogans ideológicos como “o patrimônio do povo foi vendido”. Deixou de lado, porém, exemplos como o aumento de 24 milhões para 47 milhões no número de telefones fixos e o fenomenal salto de usuários de telefonia celular – de 7,4 milhões para 166 milhões desde a venda do Sistema Telebrás, em 1997. Ou seja, hoje há mais de um telefone para cada brasileiro, item do qual, no passado, só ricos dispunham. O PT também omitiu que, privatizada, a Vale multiplicou por seis o seu número de empregados.

Por tudo isso, e muito mais, se deixarmos de lado a retórica e o massacrante marketing oficial, é possível mostrar que, mesmo na comparação com o governo anterior, o PT não consegue se sair melhor em quesitos fundamentais como investimento público, educação e estabilidade econômica. Mas a verdade e o debate aberto e transparente parecem não interessar a dona Dilma e seus petistas aloprados em sua sanha para manter-se no poder. Mas interessa à oposição: os fatos estão do nosso lado.



Eduardo Graeff

Rede PSDB

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Adiamento de Reunião




Considerando que o PSDB de Petrópolis tem se reunido com frequência;

Considerando que foi decidido que haveria uma última reunião em Dezembro;

Considerando que a reunião de Dezembro deveria ser realizada até 08/12/2009;

Considerando que esta reunião seria realizada com um expoente do PSDB;

Considerando que o Presidente do PSDB Petrópolis esteve pessoalmente com a Deputada Federal Andréia Zito e com o Dr. Márcio Fortes e os mesmos não disponibilizavam em suas agendas data para o evento;

Considerando que o único integrante do PSDB que disponibilizou-se para vir a Petrópolis foi o Deputado Estadual Luiz Paulo, entretanto, foi desmarcado dias antes pelo seu gabinete a sua vinda no dia 04/12/2009;

A Executiva do PSDB Petrópolis resolve:

Fica adiada a reunião do dia 08/12/2009 – terça-feira;

Que será divulgado o calendário 2010, via e-mail, com todos os eventos pré-marcados.



Sem mais,

O desejo de um FELIZ NATAL e um 2010 de muita PAZ e VITÓRIAS!









Ramon Mello

Rua 16 de Março, 90, sala 501, Centro,
Petrópolis/RJ.
Cep.: 25640-000
Tels.: 24 9222 4400 / 9814 7193

FRASE DO DIA

"Não vejo o PT com muita autoridade para falar em mensalão. Não sei se terá interesse em trazer esse tema, esse tipo de questão, até porque eles teriam que dar muitas explicações."

Por: Gov. Aécio Neves (MG)