quarta-feira, 5 de maio de 2010
sábado, 1 de maio de 2010
Homenagem a Calau Lopes - 2
Calau Lopes foi conceituado homem público em Petrópolis, não só pelos diversos cargos que ocupou, e sempre com elogiável desempenho, mas porque foi uma pessoa de postura limpa, coerente e corajoso em suas ações. Calau foi muito mais do que estes adjetivos, em especial para mim que perdi não só um amigo, não só um irmão, um PAI!
Ramon Mello.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Homenagem a Calau Lopes
Nossas homenagens a Calau Lopes, defensor da nossa gente, da nossa cidade e do nosso Estado do Rio.
DEMOCRATA, FICHA LIMPA, nosso maior líder em Petrópolis.
Que os seus pensamentos, sejam os nossos pensamentos; que as suas ações, sejam as nossas ações; que a tua vida seja exemplo para cada um de nós.
Ao Ilustre Tucano, Calau Lopes.
Biografia de Calau Lopes
Calau Lopes, 61 anos, é uma figura especial no cenário sócio-cultural e político da cidade. Advogado e produtor cultural, também é ator e diretor de teatro com vários trabalhos e premiações, tendo participado de filmes, e novelas e Casos Especiais da TV Globo e produzido programas para a TV local, inclusive, o primeiro de entrevistas da TV petropolitana, o “Petrópolis da Gente”. Funcionário público municipal ocupou com brilhantismo as funções de Chefe de Parques e Jardins, Diretor de Serviços Urbanos, Secretário de Transportes, Diretor e Superintendente de Cultura e Presidente da Fundação Cultural Petrópolis. Somou incontáveis realizações como o Parque Cremerie e o Horto Municipal do Caititu; a significativa reformulação dos sistemas de trânsito e transportes da cidade na segunda metade dos anos 80; mostras e seminários de teatro e de dança como "Scena Serrana" e "Independance", o "Festival Teatro D`Outras Terras", o “Festival Verão Musical”, a “Temporada Musical de Inverno”, “Petrópolis Ecologia”, e memoráveis acontecimentos como o “500 Vozes em Concerto”. Foi combativo Vereador, exercendo a presidência da Câmara Municipal e a vice-presidência da União dos Vereadores do Brasil com rara desenvoltura. No Legislativo, promoveu uma completa reforma administrativa e a realização do primeiro concurso público para preenchimento de cargos naquela Casa, há 30 anos, como também é dele a assinatura da Resolução que resgatou os nomes de Rua do Imperador e Rua da Imperatriz em nossa Vila Imperial. Por mais de três décadas esteve filiado ao MDB, depois PMDB, onde se destacou como diligente presidente. Há cerca de um ano e meio, integra as fileiras do PSDB e contribui para o seu fortalecimento. É Associado Efetivo do Instituto Histórico de Petrópolis, Membro Honorário da Academia Petropolitana de Letras e Conselheiro da OAB/Petrópolis, além de se dedicar à Proscenium-Agência de Cultura, empresa da qual é sócio-diretor. É um cidadão que, desde a juventude, sempre esteve na luta pelas liberdades democráticas e por um verdadeiro Estado de Direito, como também sempre presente na defesa do patrimônio natural e cultural de Petrópolis, terra que tanto ama e onde viu seus filhos nascerem e crescerem. Por onde passa deixa sua marca de criador e empreendedor, construindo através dos tempos um invejável currículo de atividades, de projetos e de feitos.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Pôquer político-eleitoral
A última pesquisa do Ibope divulgou um dado interessante e que poderá ter no pré-candidato Ciro e que junto com os candidatos “Brancos & Nulos”, decide a sorte do Brasil.
No cenário 2 mostra Ciro saindo da disputa. Pois bem, aqui reside o que existe e o que há de mais fino da ciência estatística com a rudez do presidente Lula em querer rachar o país entre ricos e pobres. Pobre Lula...
Mas Lula, por mais limitado que seja na matemática é um gigante político que se encanta com os resultados da sua estatística pessoal.
Ganhar de “prima”. No primeiro turno é o sonho que se configura, caso Ciro resolva sair e Brancos & Nulos saiam do “armário”. A neurociência revelou que o lado esquerdo do nosso cérebro controla as emoções e o direito, a racionalidade, matemática, etc.
No jogo de pôquer existe o blefe das cartas e na política, também. Mas será que o que blefa mais ganhará? É a pergunta feita pelo lado esquerdo ao lado direito.
Depende do custo disso tudo, responde o direito. Mas então, qual é o custo para que essa “parada” se resolva para os próximos quatro anos logo de “primeira”, é a dúvida do esquerdo.
Finalmente, pouco dotado da racionalidade o esquerdo faz uma pergunta intrigante ao lado direito. Justo aí é que nos perguntamos qual será o custo do “racha” proposto por Lula?
Não sabemos. Mas é alto. Gigantesco. A “máquina” nas mãos de quem detém dados privilegiados é uma “caixa-preta” de avião que cai no meio de um oceano de dívidas e dúvidas e ainda não foi encontrada. Mas convenhamos, quem usa dessa prerrogativa de privilégios da informação é um político mau intencionado, o direito retruca o esquerdo.
O custo de um segundo-turno é um gasto a mais aos cofres públicos, e se Lula blefa, Serra ganhará de Dilma, no segundo-turno, diz o cenário. Afinal, um país rico como o nosso, isso é uma cuia de água atirada ao léu de um Amazonas inundado de tantos impostos.
Costumamos dizer que a estatística é como uma moeda atirada ao ar. Poderá cair num cara ou coroa. Mas lembrando, a moeda atirada ao ar é meramente virtual. O lado direito avisa que poderá ser 50% de chance. Será que o processo eleitoral brasileiro rebaixou-se a um jogo de pôquer dado ao blefe? Será que chegamos ao fundo do poço com inúmeros escândalos que vimos no curso de quase 30 anos de democracia? Se for isso, Ciro, juntos com Brancos & Nulo decidem! Mas o que será que há de errado nisso, devolve o direito ao lado esquerdo?
A esquerda brasileira blefa, e de maneira mais cínica possível e a oposição participa do jogo, durante quase oito anos. Assim o voto não vale nada, mas o custo disso tudo compensa? É a lógica do Branco & Nulo (sic). É o “reductio ad absurdum” que chegamos. A prova de que existe algo errado no processo eleitoral brasileiro e não no racha provocado por Lula. O voto Branco & Nulo não é aonde o que vota deixa a decisão para os outros? Pois bem, lado direito e esquerdo imploram aos partidários da nulidade, que decidam logo no primeiro turno quem leva a faixa, absurdo...
terça-feira, 27 de abril de 2010
Médicos votam hoje propostas de greve ou demissão coletiva do serviço público
Os médicos da Prefeitura vão se reunir hoje, no Clube dos Médicos, para decidir se entram em greve ou se pedem demissão coletiva, segundo informou o presidente da Associação Médica de Petrópolis, Mauro Peralta. De acordo com ele, a insatisfação é geral, principalmente pelas péssimas condições de trabalho e pelo baixo salário. Mauro Peralta disse que durante a reunião será colocado em votação o descumprimento do novo Código de Ética dos Médicos, em função da falta de médicos nos plantões do Pronto Socorro do Hospital Municipal Doutor Nelson Sá Earp. “O Código de Ética está sendo totalmente desrespeitado e vamos analisar qual a melhor medida” afirmou Peralta, citando que uma delas pode ser uma denúncia ao Ministério Público.
Para o presidente da Associação Médica, o salário do plantonista da emergência e urgência em Petrópolis tem que ser igual ao que se paga em Duque de Caxias e Magé, R$ 5.500, e para os médicos de família, que trabalham o dia todo, R$ 7.500. Com relação aos médicos para Unidade de Pronto Atendimento (UPA), Mauro Peralta disse que a proposta é pagar aos médicos salário de R$ 3.500, o mesmo que paga a UPA de Três Rios.
Segundo Peralta, a UPA de Três Rios, assim como outras do interior, começa a ter problemas na contratação de médicos por causa do salário e já enfrenta com a Pediatria. O presidente da Associação Médica teme que o mesmo ocorra em Petrópolis, pois, segundo ele, o salário de um médico em Caxias e Magé é muito maior, e citou como exemplo o município do Rio, onde o salário é menor que nos dois municípios da Baixada, mas os médicos têm gratificações que compensam trabalhar nas UPA’s da capital. Além destas questões, os médicos vão discutir o fechamento do Pronto Socorro Leônidas Sampaio no Alto da Serra e de outras unidades de Saúde e a situação dos médicos de família. Um dos motivos que levou a associação convocar a reunião é a preocupação dos médicos com o que vem ocorrendo na Secretaria Municipal de Saúde, por causa das declarações da secretária Aparecida Barbosa.
Para os médicos, somente com o reajuste dos salários será possível resolver o problema da emergência e urgência no Hospital Municipal Doutor Nelson Sá Earp, caso contrário a cidade vai continuar enfrentando problemas, como ocorreu no último final de semana, com a falta de médicos no Pronto Socorro Municipal. De acordo com informações, no ano passado acabou o contrato com 22 médicos e neste ano já foram contratados 13, mas a Prefeitura enfrenta problema na contratação do restante por causa do salário, que é de R$ 2.600. Estes problemas já foram apresentados ao prefeito Paulo Mustrangi, que até o momento não apresentou nenhuma proposta aos médicos.
Para o presidente da Associação Médica, o salário do plantonista da emergência e urgência em Petrópolis tem que ser igual ao que se paga em Duque de Caxias e Magé, R$ 5.500, e para os médicos de família, que trabalham o dia todo, R$ 7.500. Com relação aos médicos para Unidade de Pronto Atendimento (UPA), Mauro Peralta disse que a proposta é pagar aos médicos salário de R$ 3.500, o mesmo que paga a UPA de Três Rios.
Segundo Peralta, a UPA de Três Rios, assim como outras do interior, começa a ter problemas na contratação de médicos por causa do salário e já enfrenta com a Pediatria. O presidente da Associação Médica teme que o mesmo ocorra em Petrópolis, pois, segundo ele, o salário de um médico em Caxias e Magé é muito maior, e citou como exemplo o município do Rio, onde o salário é menor que nos dois municípios da Baixada, mas os médicos têm gratificações que compensam trabalhar nas UPA’s da capital. Além destas questões, os médicos vão discutir o fechamento do Pronto Socorro Leônidas Sampaio no Alto da Serra e de outras unidades de Saúde e a situação dos médicos de família. Um dos motivos que levou a associação convocar a reunião é a preocupação dos médicos com o que vem ocorrendo na Secretaria Municipal de Saúde, por causa das declarações da secretária Aparecida Barbosa.
Para os médicos, somente com o reajuste dos salários será possível resolver o problema da emergência e urgência no Hospital Municipal Doutor Nelson Sá Earp, caso contrário a cidade vai continuar enfrentando problemas, como ocorreu no último final de semana, com a falta de médicos no Pronto Socorro Municipal. De acordo com informações, no ano passado acabou o contrato com 22 médicos e neste ano já foram contratados 13, mas a Prefeitura enfrenta problema na contratação do restante por causa do salário, que é de R$ 2.600. Estes problemas já foram apresentados ao prefeito Paulo Mustrangi, que até o momento não apresentou nenhuma proposta aos médicos.
fonte: www.e-tribuna.com.br
domingo, 25 de abril de 2010
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