sábado, 10 de outubro de 2009

Deputado Luiz Paulo abonou ficha de novos filiados no último sábado

Os novos filiados: Marco Cardone, Gean Carlos, Chicão o Deputado Luiz Paulo e Ramon Mello

O Deputado Estadual Luis Paulo Corrêa da Rocha proferiu palestra no último sábado, 03/10, no salão de convenções da Pousada dos Eucaliptos em Nogueira.

Na oportunidade, Luis Paulo abonou as fichas dos novos filiados do PSDB de Petrópolis: Gean Carlos, filósofo; Marco Cardone, empresário e Francisco Miranda (Chicão), professor.

O líder do PSDB na ALERJ discorreu sobre a Social Democracia e falou também sobre o processo político no Brasil.


PRÉ-CANDIDATO AO GOVERNO DO ESTADO, ZITO PRESIDE ENCONTRO DO PSDB NA REGIÃO SERRANA

Os diretórios municipais do PSDB que compõe a região serrana se reuniram na última sexta-feira, dia 25/09, na Câmara de Vereadores de Teresópolis. Estiveram presentes os representantes dos municípios que compõe o pólo serrano: Petrópolis, Teresópolis, Nova Friburgo, Trajano de Moraes, Cordeiro, Cantagalo e Carmo. A reunião foi presidida pelo Prefeito de Caxias e também Presidente Regional do PSDB fluminense, José Camilo Zito dos Santos, com o apoio da competente Lurdinha, Secretária Geral do Partido. A candidatura de Zito ao governo do Estado foi tema debatido exaustivamente, e em seu discurso, que iniciou com um breve resumo de sua história política, Zito deixou claro que a sua candidatura não é uma decisão de um homem só. “Este não é um projeto de uma pessoa só, tem que ser de um grupo, tem que ser do Partido e principalmente tem que ser a vontade de Deus. Sinto-me preparado para esta jornada. O próximo governador tem que ter coragem e determinação para enfrentar os problemas do Rio de Janeiro”, disse Zito.
O presidente do Diretório do PSDB petropolitano, Ramon Mello, que já desponta como uma das grandes lideranças tucanas, principalmente em organização, estratégia e fidelidade, representou brilhantemente o Diretório petropolitano. Em seu discurso, Ramon enfatizou a necessidade de empenho de todos os diretórios constituídos, na campanha do PSDB. “Não podemos admitir que os nossos representantes tucanos, principalmente da Região Serrana e Centro Sul Fluminense, peçam votos para candidatos de outras siglas. É preciso ter o empenho máximo dos Diretórios, mais ainda daqueles que não tem vereador, para que possamos eleger o Presidente da República, o Governador, e o maior número possível de deputados”, disse Ramon.


Calau Lopes - hoje, liderança inconteste do PSDB em Petrópolis - vê com entusiasmo a possibilidade da candidatura de José Camilo Zito ao governo do Estado. "Ele é uma liderança de grande força popular, também reconhecido como maduro e experimentado administrador. A sua candidatura fortalece em muito o PSDB e obriga que todos os diretórios, municipais ou zonais, se realinhem em torno das candidaturas partidárias: para presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual. Agora, é tempo de aprimorar a organicidade do partido no Estado e mostrar todo o seu valor, em propostas e ações", finalizou Calau.
Também participaram do encontro, os Presidentes dos Diretórios de Sapucaia, Três Rios, Paraíba do Sul e São Gonçalo.



Fonte: http://www.jornalenfoque.com.br/index_arquivos/precandidato_ao_governo_do_estado_zito_preside_encontro_do_psdb_na_região_serrana.htm

Reunião 13/10

Convocação



Considerando que as eleições de 2010 exigirão a mobilização e a participação efetiva das lideranças e militantes do PSDB em todo o Estado do Rio de Janeiro;

Considerando que as reuniões do Diretório Municipal do PSDB de Petrópolis têm contado com grande presença de filiados, militantes e simpatizantes;

Considerando que Petrópolis é uma cidade estratégica para o projeto político do PSDB;

O Presidente do PSDB Petrópolis CONVOCA para reunião ordinária a ser realizada no dia 13 de outubro de 2009, às 19 horas, na sua sede, Rua 16 de Março, nº.: 90, sala 501, Centro, Petrópolis/RJ.

Sua mobilização é essencial para o sucesso de nossas reunião que discutirá as eleições de 2010 e os rumos que queremos para Petrópolis, pro Rio e para o Brasil.

Recomendamos que convide os companheiros que você conheça para este encontro, companheiros que estejam dispostos a empenhar-se no projeto político partidário do PSDB.



Cordialmente,





RAMON MELLO
Presidente Municipal do PSDB Petrópolis

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Serra e Aécio ampliam aliança para 2010

Um será o plano B do outro, diz tucano paulista


Brasília (16) - O governador de Sâo Paulo, José Serra e o de Minas Gerais, Aécio Neves, tornaram esta semana ainda mais amplo o compromisso firmado entre os dois com vistas à escolha, pelo PSDB, do candidato do partido às eleições presidenciais do ano que vem.






Ambos declararam que o candidato escolhido terá como "primeiro apoiador" aquele que não obtiver a indicação. "O Aécio é o meu plano B e eu sou o Plano B do Aécio. Infelizes são os que não têm plano B", disse Serra durante encontro com mais de cem prefeito no Palácio do Bandeirantes na última terça-feira.








Para o governador Aécio Neves, o PSDB vive uma realidade que outros partidos gostariam de ter: nomes à candidatura presidencial com perfis diferentes mas com objetivos iguais. "Temos apenas uma certeza, vamos estar juntos em 2010", afirmou o tucano.






A similaridade de opinião entre os dois governadores também alcança a forma com que o partido deve escolher o candidato. Ambos não excluem a realização de prévias nem o uso de pesquisas de intenção de voto para nortear a decisão do partido. Para eles, o mais importante é a decisão de um apoiar o outro.





Os dois governadores estiveram juntos esta semana em São Paulo, durante a inauguração da Casa de Minas na capital paulista e num almoço na sede do governo.





Fonte: Agência Tucana com agências

sábado, 29 de agosto de 2009

“LULA NÃO FARÁ SEU SUCESSOR” - Carlos Augusto Montenegro

Revista Veja, Edição 2127, 26/08/2009:Brasil

“LULA NÃO FARÁ SEU SUCESSOR”

Oscar Cabral




Carlos Augusto Montenegro é um dos mais experientes analistas do cenário político nacional. Presidente do Ibope, empresa que virou sinônimo de pesquisa de opinião pública no Brasil, ele acompanhou com lupa todas as eleições realizadas no país desde a volta à democracia, em 1985.
Agora, faltando pouco mais de um ano para a sucessão presidencial, Montenegro faz uma análise que o consagrará se acertar. Se errar? Bem, dará às pessoas o direito de igualarem seu ofício às brumas da especulação.
Em entrevista ao editor Alexandre Oltramari, Montenegro aposta que o governo, apesar da imensa popularidade do presidente Lula, não conseguirá fazer o sucessor – no caso, a ministra Dilma Rousseff. Também afirma que o PT está em processo de decomposição.

O que os acontecimentos da semana passada revelaram sobre o PT?
Que o partido deu um passo a mais na direção de seu fim. O PT passou vinte anos dizendo que era sério, que era ético, que trabalhava pelo Brasil de uma maneira diferente dos outros partidos. O mensalão minou todo o apelo que o PT havia acumulado em sua história. Ali acabou o diferencial. Ali acabou o charme. Todas as suas lideranças foram destruídas. Estrelas como José Dirceu, Luiz Gushiken e Antonio Palocci se apagaram. Eu não diria que o partido está extinto, mas está caminhando para isso.

Mas por trás do apoio ao PMDB e ao senador Sarney não está exatamente um projeto de poder do PT?
É um projeto de poder do presidente Lula. O desempenho eleitoral do PT depois do mensalão foi um vexame. Em 2006, com exceção da Bahia, o partido só venceu em estados inexpressivos. Nas eleições municipais de 2008, entre as 100 maiores cidades, perdeu em quase todas. Lula sempre foi contra a reeleição e só resolveu disputá-la para tentar salvar o PT. Sua reeleição foi um plebiscito para decidir se deveria continuar governando mais quatro anos ou não. Mas tudo indica que agora ele não fará o sucessor justamente por causa da mesmice na qual o PT mergulhou.
Ao contrário do que muita gente acredita, o senhor aposta que Lula, mesmo com toda a popularidade, não conseguirá eleger o sucessor.
Uma coisa é ele participar diretamente de uma eleição. Outra, bem diferente, é tentar transferir popularidade a alguém. Sem o surgimento de novas lideranças no PT e com a derrocada de seus principais quadros, o presidente se empenhou em criar um candidato, que é a Dilma Rousseff. Mas isso ocorreu de maneira muito artificial. Ela nunca disputou uma eleição, não tem carisma, jogo de cintura nem simpatia. Aliás, carisma não se ensina. É intransferível. “Mãe do PAC”, convenhamos, não é sequer uma boa sacada. As pessoas não entendem o que isso significa. Era melhor ter chamado a Dilma de “filha do Lula”.
Porém já existem pesquisas que colocam Dilma Rousseff na casa dos 20% das intenções de voto.
A Dilma, em qualquer situação, teria 1% dos votos. Com o apoio de Lula, seu índice sobe para esse patamar já demonstrado pelas pesquisas, entre 15% e 20%. Esse talvez seja o teto dela. A transferência de votos ocorre apenas no eleitorado mais humilde. Mas isso não vai decidir a eleição. Foi-se o tempo em que um líder muito popular elegia um poste. Isso acontecia quando não havia reeleição. Os eleitores achavam que quatro anos era pouco e queriam mais. Aí votavam em quem o governante bem avaliado indicava, esperando mais quatro anos de sucesso.

“O PT jogou a ética no lixo e vai ter de achar outro caminho. Deu as costas ao povo, à sociedade e às bandeiras tão caras a tantas pessoas. Tenho vergonha de estar no PT. Vou pedir à Justiça que concorde com meu argumento de que houve quebra do ideário partidário.”Senador Flávio Arns, ao anunciar na semana passada que está deixando o partido.

Diante do quadro político que se desenha, quais são então as possibilidades dos candidatos anunciados até o momento?

Faltando um ano para as eleições, o governador de São Paulo, José Serra, lidera as pesquisas. Ele tem cerca de 40% das intenções de voto. Em 1998, também faltando um ano para a eleição, o líder de então, Fernando Henrique Cardoso, ganhou. Em 2002, também um ano antes, Lula liderava – e venceu. O mesmo aconteceu em 2006. Isso, claro, não é uma regra, mas certamente uma tendência. Um candidato que foi deputado constituinte, senador, ministro duas vezes, prefeito da maior cidade do país e governador do maior colégio eleitoral é naturalmente favorito. Ele pode cair? Pode. Mas pode subir também.

A entrada em cena de Marina Silva, que deixou o PT para disputar a eleição presidencial pelo PV, altera o quadro sucessório?

A Marina é a pessoa cuja história pessoal mais se assemelha à do Lula. É humilde, foi agricultora, trabalhou como empregada doméstica, tem carisma, história política e já enfrentou as urnas. Além disso, já estava preocupada com o meio ambiente muito antes de o tema entrar na agenda política. Ela dificilmente ganha a eleição, mas tem força para mudar o cenário político. Ser mulher, carismática e petista histórica é sem dúvida mais um golpe na candidatura de Dilma.

Na hora de votar, o eleitor leva em consideração o perfil ético do candidato?

Uma pesquisa do Ibope constatou que 70% dos entrevistados admitem já ter cometido algum tipo de prática antiética e 75 % deles afirmaram que cometeriam algum tipo de corrupção política caso tivessem oportunidade. Isso, obviamente, acaba criando um certo grau de tolerância com o que se faz de errado. Talvez esteja aí uma explicação para o fato de alguns políticos do PT e outros personagens muito conhecidos ainda não terem sido definitivamente sepultados.

“Tantos projetos que eu não consegui aprovar nestes anos… Se eu não consegui com o Lula, como vou lutar por mais oito anos com a Dilma? Não posso ficar no PT para convencer que o meio ambiente tem de ser prioridade. Este é um governo insensível às causas sociais.”
Marina Silva, que deixou o PT e deve disputar a Presidência pelo PV.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

PSDB: quem apostar em divisão vai perder

Em Aracaju, Serra e Aécio reforçam a unidade do partido para 2010
Brasília (24) Quem apostar na divisão do PSDB em 2010 vai perder a aposta. Esta foi a frase que pautou o encontro do PSDB, em Aracaju (SE),no último final de semana, para discutir o tema "Desenvolvimento Urbano e Inclusão Social".
Tanto o governador de Minas Gerais, Aécio Neves,quanto o de São Paulo, José Serra, asseguraram que um terá o apoio total do outro seja qual for o escolhido pelo partido para disputar a presidência da República no ano que vem.
"Caso o escolhido pelos tucanos para concorrer à presidência seja o governador Serra, eu serei o primeiro companheiro dele na campanha", disse Aécio.Enquanto Serra garantiu que o partido estará unido em 2010. "O fato de o PSDB ter dois pré-candidatos à presidência é algo que eu vejo como sendo muito positivo. Hoje somos uma força poderosa e unificada. Vamos ganhar porque temos idéias para o país", disse o governador paulista.
Independente do escolhido para disputar as eleições presidenciais, o PSDB vai fazer as reformas necessárias que não foram feitas pelo atual governo, destacaram. "Vamos implementar uma gestão pública eficiente pautada num forte desenvolvimento regional", disse Aécio.
Para Serra, "há uma unidade no discurso do PSDB" que vai revelar ao país a capacidade dos tucanos em analisar o presente e em propor soluções para o futuro.
O governador de São Paulo afirmou que, ao longo da sua vida pública, sempre deu atenção especial aos problemas do Nordeste. Ele citou projetos e programas para a região, propostos e executados como deputado federal constituinte e ministro de Estado.
"Além disso, o programa Saúde na Família derrubou a mortalidade infantil no Nordeste ao mesmo tempo em que investíamos na melhoria da infra-estrutura das cidades", lembrou o governador, referindo-se a um dos seus principais programas como ministro da Saúde do governo Fernando Henrique Cardoso.
Já Aécio Neves, que esteve em Aracaju na sexta-feira, citou projetos importantes de seu governo em Minas que podem ser implementados nos estados nordestinos como o programa que está acabando com a dificuldade dos jovens em ler e escrever, as parcerias com a iniciativa privada no âmbito do sistema prisional e da telefonia celular.
"O PSDB vai acabar com a omissão do governo federal com a região Nordeste. Eu tenho certeza de que nós podemos fazer a diferença não apenas quanto aos programas que vamos estabelecer, como também em relação à recuperação ética que precisa haver no país", disse o governador mineiro.
Fonte: Agência Tucana