quinta-feira, 24 de março de 2011
PSDB TEM NOVA EXECUTIVA MUNICIPAL
O PSDB – Partido da Social Democracia Brasileira de Petrópolis, escolheu a sua nova Executiva Municipal, neste domingo (20), em Convenção realizada na Câmara dos Vereadores. O novo presidente é Paulo Kapps; secretário, Ramon Mello; tesoureiro, Ailton Viana da Costa; e vogais Bernardo Ferreira Caneca Pereira e Francisco José Miranda da Silva. O evento contou com a participação do deputado estadual Bernardo Rossi (PMDB-RJ), do presidente da Câmara de Vereadores, Paulo Igor (PMDB); do vereador Thiago Damaceno (PV), do presidente do PC do B, Renato Freixiela; do presidente da executiva municipal do PSDB de Areal, Saulo Senna, de representantes do PSC, PTB e DEM, militantes, correligionários e amigos.
Sob grande emoção, o grande homenageado da Convenção foi Calau Lopes, figura querida e admirada, que tinha se filiado ao partido poucos meses antes do seu falecimento, ocorrido em maio do ano passado. Cláudia Gonçalves, sua mulher, prestigiou o evento.
Ressaltando que o partido é o segundo maior do país, levando-se em consideração o número de prefeituras de governos estaduais e de representação no Congresso, Paulo Kapps lembrou que desde 2000, o PSDB não tem nenhum representante na nossa Câmara, mas que nas últimas eleições presidenciais, foram quase 100 mil votos de Petrópolis para o partido. “Isso demonstra a força e a grandeza do PSDB em nossa cidade. Precisamos interagir com o eleitorado, com a sociedade de um modo geral, no intuito de levar a eles nossas propostas e assim, buscarmos melhor resultado nas urnas”.
Paulo Kapps também destacou a importância da juventude no partido – que hoje tem como presidente João Murilo – para o alcance dos resultados positivos. “Estamos iniciando uma longa caminhada. Espero que ao final, possamos nos orgulhar de termos conseguido com ética e transparência, ajudar no crescimento político e social da nossa cidade, assim como fez o nosso amigo Calau Lopes”.
O ex-presidente da executiva, Ramon Mello, que assumiu o partido em 2005, afirmou que o PSDB vem se reerguendo e que o novo presidente fica com a responsabilidade de dar continuidade a este avanço, principalmente com a proximidade da próxima eleição municipal. Ele agradeceu a oportunidade e o apoio de todos durante o seu mandato, e disse que aprendeu os caminhos da política com Calau Lopes. “Ele sempre me dizia que fazer política é muito fácil. É só aplicarmos as nossas ações, baseadas nos valores da solidariedade, da generosidade, da honestidade e do respeito”.
Em seu pronunciamento, o deputado Bernardo Rossi, disse que Petrópolis é a caixa de ressonância do Estado e que o PSDB precisa aproveitar a força que o partido tem na cidade. “O candidato à presidência da República, José Serra, ganhou aqui na nossa cidade e isso demonstra a identificação que a população daqui tem com o PSDB. É uma missão difícil para a Executiva Municipal, mas eu tenho certeza que em breve, muitos bons frutos vocês vão ser colhidos. E como dizia o meu amigo Calau Lopes, é caminhando é que se faz o caminho”.
Paulo Igor, presidente da Câmara de Vereadores, referindo-se a Calau Lopes, afirmou que ele foi uma figura que serve como referência a qualquer político. Quanto ao PSDB, ele considera que apesar das dificuldades que ainda precisam ser superadas, o partido tem tudo para se destacar nas próximas eleições municipais. “O PSDB faz a política do bem e por isso não tenho dúvida do seu fortalecimento”.
Parabenizando a todos os militantes do partido, o vereador Thiago Damaceno disse que não poderia deixar de prestigiar este momento importante do PSDB. “Não podemos permitir que o partido não tenha representação nesta Casa. Tenho certeza que o trabalho do PSDB vai ser reconhecido pela nossa população”.
terça-feira, 15 de março de 2011
O governo indigesto do PT em Petrópolis
A vacilação e a inépcia vão se tornando marcas registradas do PT no governo. Descartadas as propostas de campanha, o governo Mustrangi não conseguiu até agora apresentar um programa de governo factível.
Sem programa e sem rumo, não age, apenas reage. E mal.
Nenhuma frustração é maior que o desastre no Vale do Cuiabá e o alagamento em Corrêas. A desativação das estações meteorológicas, impossibilitando o alerta para a população sobre a catástrofe, torna-se evidente a omissão do governo petista com o povo petropolitano.
Existe uma combinação perversa de falta de visão com a estagnação da economia de nossa cidade.
O governo do PT em Petrópolis, não ousa, não toma uma iniciativa capaz de desagradar seus padrinhos políticos, não avança, até retrocede, em áreas básicas como transporte e saúde.
A cada dia cresce a decepção popular com o governo municipal. A péssima avaliação do governo esta aí, visível.
Tudo isso é lamentável.
Ramon Mello
Presidente do PSDB Petrópolis
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Reunião de Fevereiro
Em virtude do início do período legistalivo, informamos que a reunião ordinária do PSDB Petrópolis do mês de fevereiro será transferida para o dia 14 de fevereiro de 2011(segunda-feira), à realizar-se às 18:30 m em sua sede, sito a Rua 16 de Março, nº.: 90 sala 501, Centro, Petrópolis/RJ.
Sem mais,
Cordialmente,
Ramon Mello
Presidente
Tel.: 24 2237 8022 / 9825 4545
Sem mais,
Cordialmente,
Ramon Mello
Presidente
Tel.: 24 2237 8022 / 9825 4545
domingo, 26 de dezembro de 2010
O mau sinal do governo que nem começou
Elio Gaspari, O Globo
A permanência do deputado Pedro Novais (PMDB-MA) no Ministério do Turismo e da senadora Ideli Salvatti (PT-SC) no da Pesca são um mau presságio para um governo que nem começou. Revelam ligeireza com o dinheiro da Viúva, onipotência e descaso pela opinião pública.
Novais recebeu da Câmara R$ 2.156 por conta de uma nota fiscal do motel Caribe, de São Luís, relacionada com despesas feitas no estabelecimento durante a noite de 28 de junho. A senadora, que recebe R$ 3.800 mensais para custear sua moradia na Capital, cobrou à Viúva R$ 4.606 referentes a diárias de hospedagens no hotel San Marco, de Brasília, entre janeiro e dezembro deste ano.
Descobertos, ambos atribuíram as cobranças a “erros” praticados por assessores e informaram que devolveriam o dinheiro. Pedir desculpas à patuleia, identificando publicamente os responsáveis, nem pensar.
Cobrança de parte da presidente eleita, que acabara de indicá-los para o Ministério, muito menos.
Preservou-se o padrão de casa-grande dos maganos de Brasília. Ao pessoal da senzala, restou o alívio da descoberta do avanço sobre seu dinheiro, feita pelos repórteres Leandro Colon, Matheus Leitão, Andreza Matais e José Ernesto Credencio.
O deputado Novais, um maranhense octogenário que vive no Rio de Janeiro e chegou ao Ministério do Turismo por indicação do senador José Sarney, do Amapá, foi imediatamente defendido pelo líder de seu partido, Henrique Eduardo Alves: “Ele está esclarecendo de forma competente”. Em seguida, pelo futuro ministro das Relações Institucionais, deputado Luiz Sérgio (PT-RJ): “O Pedro Novais é um parlamentar experiente e, pela história dele, precisamos dar crédito à sua versão”.
Num primeiro instante, a reação de Novais foi típica dos senhores de escravos: “Pare de encher o saco. Faça o que você quiser”. Depois, apresentou uma explicação que tem muito de experiente e pouco de competente: “Indignei-me como parlamentar e homem público, mas, acima de tudo, como cidadão e marido. A acusação leviana tenta atingir minha moral e a firmeza de minha vida familiar. Sou casado há 35 anos. Na noite de 28 de junho, data da emissão da nota fiscal pelo estabelecimento, estava em casa, ao lado de minha mulher. Não posso aceitar que essa falha seja usada para acusações irresponsáveis à minha pessoa”.
Mesmo que na noite de 28 de junho o deputado estivesse na Igreja Evangélica Brasileira, que fica na Rua do Amor, nas cercanias do motel Caribe, isso não teria qualquer importância. Foi seu gabinete que apresentou à burocracia da Câmara a nota fiscal do motel. Ademais, uma funcionária do Caribe informou que houvera uma reserva em seu nome.
Admitindo-se que tudo não passou de um erro, Novais deveria ser grato ao repórter Leandro Colon, pois ele permitiu que expurgasse de sua longeva biografia e de seu firme matrimônio a sombra de uma despesa de R$ 2.156 num motel.
Em 2002, a nação petista sabia que o tesoureiro Delúbio Soares ia além de suas chinelas nas mágicas financeiras que fazia com o publicitário Marcos Valério. Acharam que dava para segurar. Em 2003, o poderoso José Dirceu sabia como operava seu assessor Waldomiro Diniz. Achou que dava para segurar.
Depois que as acrobacias confluíram no mensalão, Nosso Guia deu-se conta de que deveria ter substituído Dirceu logo depois do caso de Waldomiro. Em todos os episódios, o governo comprou o risco da crise porque tolerou malfeitos que lhe pareciam toleráveis.
Isso, supondo-se que Dilma Rousseff não fazia ideia das atividades da família Guerra quando patrocinou a ascensão da doutora Erenice à chefia da Casa Civil da Presidência.
A senadora Salvatti e o deputado Novais foram preliminarmente exonerados pela teoria do “erro”, sempre praticado por assessores jamais identificados e nunca disciplinados. Repetindo: nem desculpas pediram. Passou-se adiante o pior dos sinais: “Vamos em frente, não tem problema”.
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